Militar da GNR agride a mulher com o filho bebé ao colo

Vítima foi agredida em várias circunstâncias, algumas delas com o filho bebé ao colo.

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Um guarda principal da Guarda Nacional Republicana é acusado de violência doméstica por ter perseguido, ameaçado e agredido fisicamente várias vezes a sua companheira, de 39 anos. Em alguns dos episódios de agressões, o GNR, de 44 anos, chegou a agredir a mulher quando estava segurava o filho bebé ao colo.

O profissional continua ao serviço no Comando Territorial de Leiria, no entanto, está proibido de ter em sua posse ou usar armas de fogo. O GNR e a vítima viveram como marido em mulher durante cerca de um ano, em Leiria, e desse relacionamento nasceu uma menino.

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No próprio dia em que o bebé e a mulher saíram da maternidade, o militar começou a discutir com a companheira porque o filho chorava muito e ela não conseguia explicar porquê.

As discussões passaram então a ser frequentes, com insultos e agressões físicas em que o GNR agarrava com força nos braços da vítima para lhe provocar dor intencional. Vários episódios de violência doméstica chegaram a acontecer durante a gravidez da companheira.

O mais grave dos episódios aconteceu quando a criança tinha apenas um mês de vida e estava ao colo da mãe, quando esta foi atingida com uma pancada de mão aberta na cabeça. Após a forte pancada, a vítima sentou-se no sofá e o militar agarrou-a pelos braços com força e abanou-a.

As agressões foram denunciadas às autoridades, no entanto, a vítima não se livrou do agressor, que a perseguiu e lhe enviou várias mensagens para o telemóvel.

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